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Não há magoas,
Há consciência.
Quando olhas para trás, não suponhas que seja para mim.
Sabes que não sou quaisquer dessas coisas imensas que
.espera
Esse amor que o tempo arrancou, se deu em muito, se deu em
.nada
É alguma coisa que se perde quando nós não estamos lá...
E suas roupas novas, tolas, agora estão lá, penduradas no cabide.
todo o dia

p

a
.
.s

.s
.......................Sem precisar....... passar por aqui
.a
.......

28 Comente Aqui:

já diz o ditado que não há nada melhor do que um dia após o outro com uma noite bem dorminda no meio, né?

beijos, querida

MM.

ps: o que não passar, passarinho, já dizia Quintana

ai e a gente vai seguindo porque não se tem mais o q fazer rs

beijos

E então chegamos à letargia, ao inevitável hiato que precede todo novo despertamento: seja para vida, seja para o amor, seja para o que for. Assim, resolutos, podemos enfim sacar novamente dos seus cabides as roupas, as dores... e que venha a vida!

Parabéns, menina... beijos...

Desenhos do seu "amor perfeito".
Uma espécie de nirvana dos sentimentos: uma não-necessidade, auto-sustentável, de puro carinho, ainda que distante.
Poucas vezes faço isso, mas usarei um trecho de música, e será da Paradise Lost do Symphony X, por acaso...rs
"All that I have, all that I'll ever need, is right here inside"

Realmente tudo ...Tudo passa...E nós evoluimos...

beijos no coração...

Texto lindo só de se ver!
Ler,fica melhor ainda.
Bjokas.

Quisera eu perder uma peça,
Que caiu dos teus ombros,
A roupa que se amassa,
A vida que se passa,
Esse presente que bebo numa taça.

Não tenho de pé a lembrança,
De como vim parar por aqui,
À porta entreaberta, eu vi a bonança,
Lá fora, a luz da lua iluminava a vizinhança.

Chamei-te para correr,
Porque era a nossa vez,
A nossa vez de nunca esmorecer.
Venha! Vamos correr ao vento,
Vamos nos perder ao relento,
Quem sabe a nudez invada,
Aquilo que antes nos era modorrento.

Lindo texto, Bianca. E maravilhosa apresentação. Pensei que estava lendo Clarice, voei no tempo. Voltei e me encontrei no seu texto. E vi meu companheiro também. Sendo casado, vive solteiro, escapa de ser amado, para não enfrentar dores e males do amor. Um selinho, ao invés do beijo de outrora, mata a alma da gente. O tempo foi passando e escrevendo, lendo e meditando, me encontrei numa imensa solidão que me levou ao extremo de apenas me amar. Isto eu sei fazer. Mas durou pouco e sinto falta de um ser, busquei Deus, o espíritual..... Me perdi de novo e me achei nos livros que amo. E hoje me achei neste seu texto.
Parabéns amiga. Sucesso
Mirse

o vento passava

esperas de toda a cor
e de todo o tamanho,
esperas longas,
esperas curtas,
entrelaçadas
e entremeadas
por encontros.

Gostei muito do seu blog.
Me vi no post MSN, assim como vários extos parecem ter sido escritos sobre coisas que ocorreram em minha vida.
Um abraço.

adorei, Bianca!
adorei!


Um beijooo

Delícia de texto, é tão bom ler você e depois ficar assim, quieto, como que aspirando o perfume das palavras. Eu li e depois, voltei a ler.
srta Feijó, vc é uma bênção!
Beijos

Oi, Bianca!

Como somos, naturalmente, mais tagarelas do que os japoneses, esse seu texto é um belo hai-kai ocidental...

Beijos,

Marcelo.

josiane moreira disse... 23 de fevereiro de 2008 18:22  

Quando penso que já li o que há de melhor tu chegas e me surpreende.
bjxx

E todo o dia eu passo aqui,mesmo que não precise passar.
MARAVILHOSO!MARAVILHOSA!

Bi, (todo intimo)

Obrigado pelo link , vc é de verdade uma flor .
Impressiona a simetria e escrita de seus versos , sempre muito bem elaborados, tiram visivelmente lá do fundo do seu coração o mais puro sentimento em poesia ,
Um beijo mega para vc .
se cuide .

Tempo, tempo, tempo

A você... que nos oferece seu calor e (uau!)seu endereço... minha admiração.

Agradeço pela honra concedida, meu blog ficou mais bonito com o seu nome.

Bjos

e o tempo insiste em passar..
belo poema..

Venha
Está frio
E não contenha
Esse desvario
Temos esse desafio
E já está findando a lenha
Restam poucas brasas
No mais são tantas cinzas
Então não finjas
Que é a mesma, a casa
Essas covas são todas rasas
E já há tão pouco que nos atinja
Que esses quandos não tem vez
Pois logo finda mais um vez
E nosso tempo precinde de espaços...

Ficam as roupas no cabide
e os sonhos à espera
de uma nova fantasia.

Continue escrevendo!

bjs!

boa semana, querida!

beijos,

MM.

Fazer sínteses nunca foi meu forte...Sou filósofo e o filósofo é prolixo por natureza...Com exceção dos geniais primeiros gregos: Sócrates, Platão, Parmênides, Heráclito...Pois há grande eloquencia no não-dizer, no hiato, nas entrelinhas...Que posso dizer? Belo texto, belo estilo; bem cortado, sucinto, econômico...

gosto desta tua coisa concreta, que me lembra Maiakóvski.

Bianca, que bonito. Engraçado, de repente tive a sensação de que qualquer comentário meu ficaria pequeno diante desse texto.
Isso, essas palavras são de uma grandeza infinita.!

É fofa, tudo passa mesmo... e todos mudamos (pra melhor, espero eu!)!! rs

Lindo poema... fico quase sem palavras pra elogiar!

bjão

impressionante como o tempo pode ser inspirador, né? Principalmente pra quem tem o dom da escrita, como é o caso dessa gremista de cabelos longos.

Um beijo grande!

Olá, gostei do seu blog, aproveite e dê uma passada no meu. Vc é do projeto do jornalista "As cartas que escrevei..." ?

www.anallia.blogspot.com

Vc escreve muito bem....
Bjs
Ana Lia Gonçalves

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"O senhor... Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão".
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